Ministério GeAD
segunda-feira, 28 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Esvaziando...e enchendo!
Atos 9: 1-5Lemos a passagem que fala sobre a conversão de Paulo, um homem que nada mais escreveu 13 epístolas, uma obra extremamente importante, mas para entendermos até aqui é necessário que voltemos um pouco mais no tempo, e, para entendermos Paulo, temos que falar um pouco de Saulo de Tarso.
Pouco se sabe historicamente de sua infância e sua adolescência, mas sobre algumas afirmações de Paulo e pelo contexto histórico de Tarso, podemos montar o pano de fundo sobre esse homem, que depois de Jesus, é o mais importante na história do cristianismo.
O próprio Paulo descreve Tarso em At 21:39, como ‘cidade não insignificante’ , ou seja, uma cidade de importância notória. Tarso era a cidade mais importante da Província da Cilícia no tempo de Saulo, apesar de situar-se 16km para o interior. Era uma importante cidade portuária, que dava acesso ao mar por meio do rio Cnido, que passava no meio da cidade. O fato, e sua localização estratégica, tornaram a cidade uma importante rota comercial da época, fluindo o comércio para todas as direções.
Tarso era tão importante, que, apesar de ser uma província romana, não pagava tributo a Roma, era uma cidade autônoma.
Tarso tinha grande influência da cultura grega, talvez por isso Paulo tenha escrito em Cl 2:8 “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens... e não segundo Cristo”. Tarso tinha estirpe filosófica, seus pensadores eram grandes personagens da época.
E foi nesse meio que o pequeno Saulo cresceu, em meio à vida citadina, de cultura apurada e de berço filosófico, vemos assim uma infância e adolescência com grande influência cultural.
Mas não paramos por aqui, ele era também um cidadão Romano, como o mesmo diz em At 22:28, o que lhe dava prerrogativas quanto algumas questões na época. Era um judeu Fariseu, de tribo real (Fp 3:5), onde logo aos 5 anos era ensinado pela Lei, e assim cresceu até chegar aos ensinamentos aos pés de Gamaliel.
Um momento marcante da aparição de Saulo, está na morte de Estevão (At 7), onde depositaram as vestes dele aos pés de Saulo. A partir daí, vemos um homem tomado pelo ódio, pelo rancor, com sede de destruição, entrava pelas casas e tudo que inspirava a Cristo era deposto, homens, mulheres e crianças eram presos.
O que ele não sabia era que suas perseguições teriam efeito inverso, já que os cristãos refugiados estavam espalhando o evangelho de Cristo por outras regiões, o que levou a tomar a decisão de ir até Damasco para prender os cristãos ali presentes.
Fico pensando o que passava pela cabeça de Saulo, no percurso árido de 240km que separavam as duas cidades. Mas na chegada daquele homem temido, altamente instruído, de berço histórico, ‘doutorado’ pela Lei, conhecedor e cidadão romano, aconteceu algo que mudaria a vida dele e da pregação do Evangelho: ELE TEVE UM ENCONTRO COM JESUS.
Imagino que naquele momento, ele viu sua ‘capa de poderes’ sendo reduzida a nada, deve ter passado em sua mente todo o contexto histórico de sua vida, sua instrução, sua cidadania romana não valendo absolutamente nada mediante sua situação, prostrado e cego.
Três dias sem comer e beber, entendendo que ele era um cego espiritual, esperando a ordem de Deus para que sua visão fosse restaurada, mas sua visão espiritual.
Amados, Saulo só pode ser Paulo, quando se despiu de todo ego, quando se desfez de todos os seus ‘títulos’, quando se esvaziou de tudo o que os homens lhe concederam, porque somente assim, Deus poderia usá-lo, como ele mesmo disse:
Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu;
Segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível.
Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo.
E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, (Fp 3:5-8)
Assim como Saulo, muitas vezes somos altamente egocêntricos, somos senhores da razão, estamos cheios de nomeações, mas é necessário cairmos do cavalo e prostrar-nos, ouvirmos a voz de Deus, esvaziar de nós, para que o ESPÍRITO SANTO DE DEUS possa nos encher, nos capacitar para que a verdade em nós seja conhecida, a verdade de Jesus.
O Espírito Santo quer nos encher, mas para isso é necessário nos esvaziarmos.
Deixe seu comentário, ele é muito importante para o crescimento de todos que lêem.
Fonte parte histórica: www.vivos.com.br
Waltinho Oliveira
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terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Deixemos Deus ser Deus
Texto: “E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; O Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” Jo 1:21
“Deixem Deus ser Deus” é uma expressão típica de Martinho Lutero.
Jó é um dos 5 livros poéticos da Bíblia, o livro tem como palavra chave “Provar”, mas vamos tratar no texto que lemos sobre a soberania de Deus.
Um determinado dia, os filhos de Deus (a expressão refere a seres celestes, anjos servos) vieram apresentar perante o Senhor, e quem estava no meio? Satanás, o intrometido.
Jó era tão reto e tão íntegro, que o próprio Deus testificou a seu respeito com satanás, e o inimigo começou a contender com Deus e botar em xeque a fidelidade de Jó, acusando-o de ser fiel por causa das bênçãos que o cercava. Mesmo Deus tendo testificado, Satanás ainda acusou Jó, e ele não pensa duas vezes em nos acusar dia e noite (Ap 12:10).
Deus PERMITE (eu disse, PERMITE), que Jó seja tocado em todas as áreas materiais e em sua família. Quando estamos em retidão diante do Senhor, o diabo não tem legalidade sobre nós.
1.) Os Sabeus roubaram-lhe o gado (v.15);
2.) O fogo de Deus desce do céu e consome as ovelhas (v.16);
3.) Os caldeus tomam os camelos (v.17);
4.) Uma tempestade de vento derruba a casa do primogênito, onde todos os filhos de Jó estavam reunidos e todos morrem (v.18).
Jó então se humilha rasgando suas vestes, raspou a cabeça e caiu o rosto em terra, louvou ao Senhor (BENDITO SEJA O NOME DO SENHOR) e reconheceu o controle de Deus sobre todas as coisas.
Não estando contente, o diabo intenta novamente contra Jó, e Deus PERMITE, que ele toque em sua saúde. Jó ficou em uma condição tão miserável que suas feridas eram raspadas com cacos de telhas, seu odor exalava longe, imaginem as moscas rodeando aquele homem, e sua mulher sem entender a soberania de Deus incentiva a Jó a amaldiçoar a Deus e morrer. Imagino eu, que Jó, com o semblante caído, com dores terríveis no corpo, com dificuldade na fala vira para aquela mulher e diz: Como fala qualquer doida, assim falas tu; recebemos o bem de Deus e não receberíamos o mal?
Muitas vezes queremos dizer a Deus o que Ele deve fazer, como deve proceder, como deve nos abençoar, como queremos ser tratados, mas Deus é Deus, e Ele sabe o que é melhor para nós. A prova do ouro é o fogo.
Deus não é sádico, Ele às vezes prepara uma grande muralha, não para que pereçamos, mas que possamos aperfeiçoar nossa fé, confiar nEle, e mesmo com um ato, aparentemente, absurdo, tocar as trombetas, marchar e as muralhas caírem.
Não foi pelas trombetas, não foi pelas marchas? Não, mas confiamos, e deixamos que Deus fosse Deus, ou seja, exercitamos nossa fé e deixamos Deus agir.
Jó não estava feliz com a situação, pelo contrário, mas aceitou a soberania de Deus na sua vida. Como somos tolos e questionamos a Deus a todo instante: Se chove, questionamos porque não faz sol; se está quente, perguntamos por que Deus não envia um tempo ameno; se Deus nos dá oportunidades ministeriais, questionamos se somos qualificados para aquilo, mas Deus só quer que aceitemos suas decisões para Ele trabalhar.
E quando queremos ser Deus? Você pode dizer: “Eu jamais quis ser Deus”. Em Sl 37:5 diz “Entrega os teus caminhos ao Senhor, confia nEle, e Ele o fará”, a expressão “...entrega os teus caminhos ao Senhor...” não quer dizer apenas “aceitar a Cristo”, mas aceitar que Ele tome conta de nossas vidas, nossos caminhos e isso inclui sobre nossas decisões. Será que nunca decidimos as coisas por nossos ‘achismos’, nossas vontades sem antes passar pelo crivo do Senhor? Queremos ser senhores de nossas decisões, de ‘nossos caminhos’. Oras, se andamos ‘em NOSSOS caminhos’ quer dizer que não entregamos eles ao Senhor.
Isso acontece, queremos nós ou não, por que não deixamos Deus ser Deus.
Veja o caso do profeta Samuel, eu disse profeta, e não um a toa qualquer, foi designado a ir até o Belemita Jessé, e da casa dele seria ungido um Rei, e Deus deixa bem claro: “...e ungirás a quem EU DESIGNAR” (I Sm 16:3-B), mas o profeta não esperou o designo de Deus e por conta própria já havia nomeado o novo rei: Eliabe. Imagino ser um jovem vigoroso, de boa aparência, já que Deus logo repreende o profeta e diz, em outras palavras: “Ei, não te atente com aparência, altura, porque o rejeitei”. Já passou por uma situação como essa? Deve ter sido constrangedor para Samuel ser repreendido por Deus daquela forma, como se o Senhor dissesse: Samuel, Samuel, lembra quando era criança e te chamava assim? E você me disse: “Fala que te escuto”. Pois bem Samuel, me deixa ser Eu, me deixa ser Deus.
Nós, seres humanos, muitas vezes, somos movidos por impulsos, mais pela emoção do que pela razão. Queremos resolver as coisas de nossa maneira. É assim no trabalho, na escola, no casamento/namoro, enfim, e no final das contas, quebramos a cara, pois não deixamos Deus nos guiar.
Nos Salmos lemos: Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto. Salmos 100:3
Pronto, o ‘pasto’ é do Senhor, e nós as ovelhas, se quisermos ser bem sucedidos, então deixemos Deus ser Deus em nossas vidas.
Jó deixou Deus ser Deus, e morreu em boa velhice, restituído em tudo...ahhh, e em dobro.
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Waltinho Oliveira
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Emoção, razão e fé.
"Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;" (João 5 : 39)
No antigo testamento, antes do véu do templo ser rasgado, onde animais eram sacrificados para expiação dos pecados, uma das divisões do tabernáculo era o Santo dos Santos, onde somente o sumo sacerdote poderia entrar, e, antes, era purificado e deveria entrar em pecado algum, caso contrário, seria consumido ali mesmo.
O altar de nossas igrejas deve ser santo, não deve, nem pode ser profanado. O altar não é picadeiro para palhaço, não é palco para artista, não é passarela para modelos, o altar é lugar de homens e mulheres de Deus.
Mas, infelizmente, não é esse cenário que tem se apresentado, tem muita gente brincando de ser crente, de ser líder, de ser ministro, mas o diabo não brinca em serviço, não está para brincadeira.
Vejo muitas pessoas sobre o altar, a todo instante, querendo mexer com a emoção da igreja, criam chavões que acham bonito, expressões manipuladoras. Pessoas dão piruetas, ‘plantam bananeira’, mas rapidamente a nuvem se dissipa. O mover verdadeiro do Espírito Santo não é nuvem passageira, ele permanece, não estou falando que a pessoa vai ficar rodopiando a todo instante, mas o mover do Espírito traz mudanças, impacta vidas, transforma, cria, liberta, pois o que é de Deus permanece o resto é emoção.
E não é questão de julgamento, mesmo porque não se julga o profeta, e sim a 'profecia'. (I Co 2:14-15)
Quando houve a descida do Espírito Santo em atos, em que falavam em outras línguas, o vento impetuoso passou, mas aquele mover REAL, transformou aqueles homens e NUNCA mais foram os mesmos.
O cristão deve ser equilibrado, não pode se contentar em receber aquilo que é ministrado, mas deve ter senso para analisar o que é ministrado. É muito sério amados, Jesus disse que haveriam lobos disfarçados de cordeiros; a palavra tem poder, e não podemos receber de boca aberta tudo que vem para ser ‘comido’.
Antes o fogo descia do céu e consumia o sumo sacerdote que não estava na linha de Deus, hoje temos o Espírito Santo de Deus, aquilo que vem de Deus, o Espírito Santo vai nos testificar, para exercitarmos nossa fé, não na emoção momentânea, mas, algo perdurável.
A igreja não pode ficar calada com a banalização que tem ocorrido com a Palavra e o Nome de Jesus.
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Waltinho Oliveira
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Glória Deus comendo filé, glória a Deus roendo o osso!
Jó 2:9-10
Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre. Porém ele lhe disse: Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Deus, e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios.

Calma gente, não entenda literalmente o título de nossa mensagem, Deus tem o melhor para nós, também não estou falando em conformismo com alguma situação mais, digamos, ‘apertada’.
O que eu quero chamar a nossa atenção é a facilidade que temos de dar glórias a Deus nas alegrias, e negar a Ele quando estamos no aperto.
Negar??? É pesado né? Mas é mais pura verdade, dolorosa verdade, pois se questionamos a benignidade, misericórdia e graça de Deus, estamos negando a sua plenitude.
É passarmos por lutas e começamos o discurso digno de novela mexicana: Por que Deus comigo? Por que estou passando por isso? E blá, blá, blá.
Estou escrevendo não por estar acima disso, muito pelo contrário meus amados, Deus tem tratado diariamente comigo a respeito disso.
É fácil gritar, cantar, dançar, ‘plantar bananeira’ a Deus comendo o filé, mas quando estamos roendo o osso só se ouve o sussurro das murmurações.
Jó foi tocado em tudo o que tinha, mas a soberania de Deus no seu coração queimava como fogo e ele sabia que ali não era seu fim.
Eiiiiii… Não é o seu fim!!!
Paulo nos diz em II Coríntios 4:17
“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;”
Lembra daquela prova de física em plena segunda feira? E aquela de matemática que você perdeu a matéria? As provas não são feitas para reprovação, e sim aprendizado, e sim crescimento. As provações diárias também têm essa conotação de aprendizado, crescimento, mas temos que enxergar o bem com Deus, e as lutas também com Ele.
ELE É O SENHOR DE TUDO!!!
Lembram de Paulo e Silas na prisão? (At 16:25) Eles cantavam e oravam, não estavam em suas casas, não estavam em seus palácios, eles estavam na prisão, estavam cativos, estavam ‘roendo o osso’ e glorificando a Deus.
Mas eles sabiam do segredo que despedaça qualquer cativeiro: O nome Poderoso de Jesus.
Jó não morreu das enfermidades que foi acometido, pois foi, em tudo, restituído por Deus, ele morreu farto de dias. (ref 42:17)
Na história de Jó, o diabo saiu frustrado, vamos frustrá-lo também?
Como se fala muito hoje: Tá osso??? Se tá osso…
Dá um glória a Deus aí amado(a)… rsrs
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Waltinho Oliveira
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
A arte de perdoar
Gn 37: 23, 24
O verbo perdoar vem do latim “perdonare” e significa, entre outros, desculpar, absolver. (ref. Dicionário Aurélio).
Penso que muita gente já tenha lido essa passagem, ou até mesmo escutado a respeito da história de José, que foi jogado numa cova por seus próprios irmãos e logo em seguida vendido para ser escravo no Egito, tudo por conta de seus sonhos, que geraram grande zombaria contra José, e até mesmo pela inveja. (O diabo sempre vai tentar matar nossos sonhos)
Imagine a cabeça de José (com 17 anos), sendo jogado em uma cova e vendido para ser escravo, pelos próprios IRMÃOS. Não foram desconhecidos, não foram vizinhos, não foram primos distantes, foram os IRMÃOS dele quem fizeram isso. E é assim que o diabo age conosco, ele procura ‘usar’ as pessoas que estão próximas a nós para nos ferir, nos agredir, ou você acha que ele vai ‘usar’ aquele seu vizinho de cara fechada que briga com todo mundo? Não amados, o diabo é astuto e vai ‘usar’ quem você ama para tentar te desestruturar, para ‘pisar no seu calo’, para dizer palavras duras.
Tenha isso em mente: Perdoar não é dom, perdoar é uma atitude.
O título da mensagem “A arte de perdoar”, é por que perdoar virou coisa rara, virou arte. Ou vai me dizer que nunca ouviu:
“Eu perdoei, mas não quero nem conversa, fulano para lá e eu para cá.”
Isso não é perdoar, o perdão é uma atitude de amor que vem do coração e é externada com um sentimento de esquecimento do que nos foi feito, o perdão verdadeiro não fica remoendo dentro de nós, não é aquela coisa que no primeiro sinal de alerta vem à tona.
No capítulo 45-4 e 5 José já estava no trono de Governador do Egito, então se revela como aquele que foi vendido e pede para que não caia o semblante dos irmãos, já que havia um propósito de Deus em cada circunstância. Mas não creia que tenha sido fácil para José, ele tinha poder em suas mãos o suficiente para fazer o que bem quisesse com seus irmãos, mas havia a necessidade do PERDÃO para que os planos de Deus fossem revelados. Está aqui o porquê da necessidade de se perdoar, pois a falta de perdão gera uma barreira muito grande entre nós e Deus, pois como podemos orar pedindo o perdão a Deus por nossas transgressões, se nós não temos isso em nosso coração?
“Mas, se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas.” (Marcos 11: 26)
No capítulo 18 de Mateus, Jesus nos conta a história de um servo que devia muito ao seu rei, e esse mandou que fosse vendido tudo em sua casa, mas o servo pediu-lhe generosidade (perdão) para com ele; o rei foi movido pela compaixão e o perdoou, porém ao sair, esse servo encontrou um de seus conservos que lhe devia uma quantia muito menor a que o servo devia ao rei, mas o servo não quis perdoá-lo, vendo isso, os assistentes do rei levaram o fato até ele, que mandou que o servo fosse atormentado até que fosse pago a dívida. Jesus termina o capítulo dizendo que assim também se fará a quem não perdoar as ofensas de cada irmão. Pesado né? Então vamos refletir povo de Deus. Aliás, vamos TOMAR ESSA DECISÃO.
A falta de perdão causa um ‘câncer’ dentro da igreja, deixa-a manca, sem UNIDADE (Sl 133:1) , ou seja, fora dos propósitos de Deus.
Bom, chamo a você que lê essa mensagem para essa mudança de atitude em relação ao coraçãozinho endurecido, vamos nos tornar ARTISTAS dessa ‘arte’ nada abstrata e tão bonita?
Waltinho Oliveira
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